31 de ago de 2011

A Esmo


Acho que sou apenas contente,
Pois a felicidade me foge das mãos.
Ela vem e vai tão depressa que senti-la parece ilusão.
Falam que ela esta dentro da gente,
Já vasculhei e nada encontrei.
Vi apenas um vazio imenso,
Para ser ocupado por uma felicidade que eu sempre procurei.
Acho que sou apenas contente por me contentar em ser.
Felicidade é apenas momentânea,
Que passa e quase a gente não sente ou não vê.
Hoje conseguir me olhar no espelho e perceber as marcas do tempo.
Aos poucos minhas mascara caíram por terra e vi que a felicidade era uma delas.
Olhei para o chão minha imagem se refletia nele:
Era eu mesmo na minha decadência.
Olhei para trás e vi o tempo que ficou perdido,
Dos momentos que não foi vivido devido à cegueira do egoísmo.
Olhei para os lados não vi ninguém,
Senti-me sozinho...
Ahh... Como eu queria voltar ser um menino!


 Para este momento:
 

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31 de ago de 2011

A Esmo


Acho que sou apenas contente,
Pois a felicidade me foge das mãos.
Ela vem e vai tão depressa que senti-la parece ilusão.
Falam que ela esta dentro da gente,
Já vasculhei e nada encontrei.
Vi apenas um vazio imenso,
Para ser ocupado por uma felicidade que eu sempre procurei.
Acho que sou apenas contente por me contentar em ser.
Felicidade é apenas momentânea,
Que passa e quase a gente não sente ou não vê.
Hoje conseguir me olhar no espelho e perceber as marcas do tempo.
Aos poucos minhas mascara caíram por terra e vi que a felicidade era uma delas.
Olhei para o chão minha imagem se refletia nele:
Era eu mesmo na minha decadência.
Olhei para trás e vi o tempo que ficou perdido,
Dos momentos que não foi vivido devido à cegueira do egoísmo.
Olhei para os lados não vi ninguém,
Senti-me sozinho...
Ahh... Como eu queria voltar ser um menino!


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