23/02/2011

Quem tem boca fala o que quer



Blá, blá, blá. Ti, ti, ti. Disse me disse...

Como já diz o ditado: “mente vazia é oficina do diabo”.
Se sou casada? Sou sim! E daí?
Viajo sozinha? Viajo sim! E daí, algum problema nisso?
Quer saber se tenho amigos noivos, casados, solteiros, que namoram ou amigados, amasiados, amancebado, lésbicas, homossexuais, etc, etc, etc...? Sim, tenho! E daí, qual o problema?
Querem saber se tomo cerveja com meus amigos, danço, brinco com eles? Sim, faço tudo isso! Agora me respondam o que há de errado nisso tudo? O fato de ser casada me priva de ser o que sou e tratar bem e manter um bom relacionamento com as pessoas? Não sou nenhuma Paquistanê para mim enfiar em uma burca e me esconder do mundo.
Alguma pessoa em vez de ocuparem suas mentes nada férteis com coisas úteis simplesmente trata de falar mal da vida alheia com acusações sem fundamento e maliciosas. Se não tem o que fazer eu sugiro que, vão para seu tanque lavar suas roupas sujas ou pilotar um fogão, ou melhor, já que são pessoas ignorantes, vazias e sem cultura, procurem ler um bom livro, eu até recomendo um da Zibia Gasparetto “ Ninguém é de ninguém”, já li e gostei muito ou “Cem anos de solidão” de Gabriel Garcia Marquéz, este então vai parecer bem familiar a vidinha medíocre que vocês levam.
Meus caros amigos leitores, que adjetivos podemos dar a essas pessoas que ocupam seus tempos se metendo na vida alheia, falando mal dos outros, fazendo suposições ridículas, com acusações sem fundamentos, sem provas e sem nexo? De imbecis, desocupados, mal amados, ignorantes, sem cérebros?
Quem tem boca fala o que quer, pois bem, agora chegou a minha hora de falar o que quero e o que penso.
Tenho 31 anos, nasci em Guarulhos-SP, onde vivi até os 10 anos, depois fui morar na pequena cidade de Sátiro Dias no interior da Bahia, passei parte da minha infância e adolescência lá, aos 15 anos voltei a minha cidade natal, onde vivo até os dias de hoje. Minha mãe e toda sua família são Sátirodiense. Meu pai é de Minas Gerais, da pequena cidade de Barbacena, conheceu minha mãe em São Paulo, foram morar juntos. Tiveram dois filhos: Meu irmão e eu. Hoje ele mora com a minha mãe em Sátiro Dias e quase todo ano vou visita-los.
Atualmente moro em Guarulhos- SP vivo minha vida sossegada, mas, sempre na correria louca da cidade grande, sou casada há nove anos, não tenho filhos e nem sei se quero ter.
Quase todo ano viajo para Sátiro Dias- BA, para visitar meus pais, escolho sempre datas festivas, já que, a cidade é um tanto pacata, junto o útil com o agradável: ver meus pais e me divertir. Mas, as férias do meu excelentíssimo esposo não coincide com as minhas. Resultado: Viajo sozinha.
Então meus caros leitores concluam comigo: Uma mulher casada para muitos, bonita, inteligente e atraente, chegando a uma cidade pequena sem o marido, uma mulher criada na cidade grande com uma forma diferente de ver e viver a vida, com outra cultura, extrovertida, que faz amizade fácil, cativante, mente aberta, sem preconceitos e falsos moralismo. O que poderia causar aos tolos ignorantes? Respostas simples: Muito, blá, blá, blá, ti, ti, ti, disse me disse...
É lamentável ver a cidade de Sátiro Dias crescendo, se desenvolvendo e ainda existir algumas pessoas de mentes tão vazias e fechadas a ponto de se ocuparem com a vida alheia. Vejam bem, não é todos assim, graças ao meu bom Deus, lá existem pessoas muito inteligentes, intelectuais, pessoas que ocupam seus afazeres com coisas úteis e importantes. Falo apenas de pessoas que andam falando mal de mim. Estou me referindo a algumas exceções, pessoas medíocres, invejosas, mal amadas, ciumentas, imbecis, hipócritas, nojentas, cretinos, desocupadas que ficam de porta em porta ou debruçadas em suas janelas olhando quem sobe, quem desce, quem falou com quem, quem chegou e quem saiu e assim por diante.

No dia 25 de Janeiro viajei para Sátiro Dias, onde passei 15 dias. Dancei muito, me divertir muito, revi velhos amigos, fiz novas amizades respeitando meus limites e minha liberdade de viver a vida da melhor maneira sem causar danos a mim mesma e nem a ninguém a não ser na mente doentio de certas pessoas. Curtir meus pais, eu tomei cerveja com meus amigos e amigas, passeei com todos eles. Agora eu pergunto o que há de errado nisso?
Querem saber se fui paquerada? Sim fui, e muito por aqueles que não me conhecia. Hora, hora, lá ou em qualquer lugar eu estaria sujeito a isso, afinal de contas sou mulher e não ando com nenhuma plaquinha indicando que sou casada.
Querem saber se fui respeitada? Sim e demais, principalmente por aqueles que me conhece e sabem que sou uma mulher casada e que respeita os princípios básicos. Mas, na mente suja de algumas pessoas que lá residem eu fiquei mal vista e mal falada, até mesmo acusada por elas de estar me flertando com homens casados.
Eu tenho uma imagem a zelar e não é a minha, pois não moro na cidade e ninguém lá paga as minhas contas. Zelo à imagem dos meus pais que apesar de humildes me deram uma boa educação e conhecendo bem a língua desses “Zé povinho” jamais eu iria me sujeitar a sujar a imagem deles, mas como eu já citei aqui várias vezes a cidade também é povoada de gente mal amada, nojenta, desocupadas e invejosas que falam o que quer sem coerência e discernimento. Vou usar um vocabulário bem chinfrim a altura a altura dessas pessoas: Estou cagando um quilo para o que pensam ou falam de mim.
Em breve estarei de volta para ocupar suas mentes vazias com a minha presença. Falem bem, ou falem mal, mas fale de mim, isso só aumenta o meu IBOPE.
Ah! Meu esposo riu quando eu disse a ele como sou vista pelos ignorantes, afinal se muitos não me conhecem a ponto de terem um discernimento das coisas, ele me conhece e muito bem.
Aproveito este momento para agradecer aos meus amigos e amigas, parentes em geral, por me proporcionarem momentos inesquecíveis de alegria, felicidade, muita nostalgia e diversão, dizer que nos veremos em breve em Sátiro Dias ou até mesmo aqui em "Sampa". Sintam-se todos convidados e podem ficar todos tranquilos que em cidade grande é pequeno o numero de “Zé povinho” o pouco que tem aqui alguns são gatos pingados, que saíram daí e moram aqui, mas não são todos, pois conheço muita gente boa de Sátiro que ganha à vida aqui em São Paulo. Diz o ditado que, uma batata podre põe o resto a perder, mas não em Sátiro Dias, pois eu sei que lá mora muita gente boa e digna de se tirar o chapéu, pessoas de bem que não se deixam levar pela desocupação dos tolos imbecis.
Meu axé aqueles que me receberam e me recepcionaram muito bem e sem hipocrisia e para aqueles que ainda se ocupa em comentar a minha estadia em Sátiro Dias, digo apenas que, em quanto meus pais morarem na cidade ou não, vocês terão que me engolir e cuidado, para não morrer engasgados, pois não vivo em função de agradar ninguém a não ser a mim mesma, minha felicidade só depende de mim e eu vivo a cada momento intensamente como se fosse o ultimo. Enquanto vocês ocuparem seus preciosos tempos com a minha vida, falando de mim, ficaram estacionados vendo meu trem da alegria passar. Enquanto vocês pararem suas vidas medíocres medindo e comentando a minha reputação e comportamento eu continuarei levando a minha vida adiante ao meu modo e a minha maneira, buscando apenas ser feliz.
Eu não tenho nada a perder, não sou materialista, sou independente, livre, fiel aos meus sentimentos, temo só a Deus, se eu cair, levanto, sacudo a poeira e dou a volta por cima.
Não adianta ninguém tentar me prejudicar, pois caminho com minhas próprias pernas, não vivo de favores, nem aparências, não possuo cargos de confiança a ponto de baixar minha cabeça para os supostos poderosos e nem dependo de marido e nem um tipo de homem que supostamente poderia me fazer feliz. Felicidade só depende de mim e de mais ninguém. Independente de qualquer coisa que venha me acontecer meu lema é: Nunca é tarde para recomeçar.
Não me engano não me iludo com falsas promessas, sou muito vacinada contra pessoas mau caráter que acham que podem fazer os outros de palhaço com seus papo furado e chantagem emocional, não minto pra mim mesma. Sou muito determinada naquilo que quero, no que sonho e desejo. Algumas pessoas acha que pode colocar pedras e espinhos em meu caminho, mal sabe elas que podem estar os deixando livres. Cuidado! Quem não conhece muito bem a minha vida e minha historia, podem achar que podem atrapalhar, mas na verdade só vão estar me ajudando. Eu não tenho nada a perder e a vida tem me ensinado muito.

Prezo a liberdade de ir e vim, ando de cabeça erguida. Infelizmente causo mal estar em algumas pessoas, mas não posso fazer nada, goste de mim quem quiser. Tenho amigos fieis e o maior deles é Deus.
Não queiram me ter como inimiga, pois a vida pra mim é só alegria. Problemas todo mundo tem, mas não serão eles que vão me deter, nem me parar. Só a morte pode me vencer, mas até pra ela estou preparada, afinal dela ninguém escapa.
Existe um velho ditado que diz: “Se não pode com ele junte-se a ele”. Portanto, não vale apena perder o tempo medindo forças comigo é melhor juntar-se a mim.
Não vivo em função de brigar com ninguém, sou da paz, pois me armo sorrindo e me defendo amando. Como eu já disse e repito: Eu não tenho nada a perder, então não adianta perder tempo tentando me derrubar, nem me prejudicar, pois por mais que tentem, eu ganho forças e coragem para continuar levando a vida em frente com mais garra, força, determinação e sede de viver.
Criticas e provocações me causam cocegas. Ira, fúria e desdenho alheio me provoca excitação e adrenalina, sou até capaz de ter um orgasmo ao ver alguém espumando de raiva de mim. Sabe por quê? Por que busco na vida apenas prazeres. Pessoas fúteis, inseguras e invejosas são descartáveis e desprezíveis. Ver essas “pessoinhas” tendo convulsões por causa da minha presença só faz alimentar meu ego, meu alto estima, só mostram que sou tão boa a ponto de deixa-los transtornados e desesperados. Fazem-me sentir superior, não que eu me ache superior a ninguém, mas essas pessoas medíocres me deixam em alta, pois quando olho pra elas as vejo no chão, no desespero da amargura, sem amor próprio, me culpando por seus fracassos. Sabe por que me sinto em alta? Por que tenho amor próprio, diferente delas que vivem de ilusões, culpando o mundo e os outros por suas infelicidade e frustrações, a ponto de não conseguir enxergarem a si mesma e ver que são unicamente responsáveis, por suas dores, desencanto e fracassos causado por seus delírios insano.
Venham quentes de vinganças que eu estou fervendo de amor, alegria e sede de viver, cheia de vida e maturidade suficiente para encarar a vida sozinha ou acompanhada, cheia de amigos e gente querida. Sou mais eu e não será a língua do “Zé povinho” e nem das “Candinhas” que irão me deter.
Sintam-se livre para falar o que quiser de mim, para me julgar... Sinta-se livre para me odiar. Sinta-se livre, para fazer o que quiser, dizer o que quiser fazer o que der vontade, da mesma forma que sou livre para amar, me divertir, sonhar da maneira que eu achar melhor, pois na minha vida mando eu, eu sei o que é melhor pra mim, eu determino qual o caminho a seguir. Arranque seus cabelos, roam suas unhas, percam suas noites de sonos, ocupem seus tempos falando mal de mim, enquanto isso eu VIVO a minha VIDA, buscando prazeres e idealizações e assim só terei boas histórias pra contar.
Ocupo apenas a minha vida com meu trabalho, família, livros, cultura, lazer, emoções, amigos e aventura, já o “Zé povinho” apenas se ocupa com a minha vida ou em falar mal de mim. (risos).
Entre muitos livros que já li, um deles tinha uma determinada frase, no qual nunca esqueci e pra finalizar a deixo aqui aos “Zé povinho”, só não sei se eles vão entender a mensagem:

“Felicidade não é utopia, ela existe, não como prêmio, mas como conquista. Não é uma estação aonde chegamos e sim uma maneira de se viajar”.

Entendeu “seos Zé Mané”? Não? Já era de se esperar!

Ah! Só mais uma coisinha, no ultimo dia de festa, no bloco Band’água ao lado do trio elétrico ao som da Banda Voa Dois, que por sinal foi Maravilhoso, não me lembro de estar chovendo e muito menos de estar dançado com latinha de cerveja na mão ou qualquer outro tipo de bebida, então se alguém se sentiu toda molhada, a ponto de me acusar de ter jogado cerveja de proposito para provocar quem quer que seja, quero que saiba que não sou o tipo que baixo o nível para não ter que me igualar aos retardados, portando se se sentiram molhados foram por seus próprios venenos.

Ouvindo: Tocando em frente (Maria Bethânia)
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23/02/2011

Quem tem boca fala o que quer



Blá, blá, blá. Ti, ti, ti. Disse me disse...

Como já diz o ditado: “mente vazia é oficina do diabo”.
Se sou casada? Sou sim! E daí?
Viajo sozinha? Viajo sim! E daí, algum problema nisso?
Quer saber se tenho amigos noivos, casados, solteiros, que namoram ou amigados, amasiados, amancebado, lésbicas, homossexuais, etc, etc, etc...? Sim, tenho! E daí, qual o problema?
Querem saber se tomo cerveja com meus amigos, danço, brinco com eles? Sim, faço tudo isso! Agora me respondam o que há de errado nisso tudo? O fato de ser casada me priva de ser o que sou e tratar bem e manter um bom relacionamento com as pessoas? Não sou nenhuma Paquistanê para mim enfiar em uma burca e me esconder do mundo.
Alguma pessoa em vez de ocuparem suas mentes nada férteis com coisas úteis simplesmente trata de falar mal da vida alheia com acusações sem fundamento e maliciosas. Se não tem o que fazer eu sugiro que, vão para seu tanque lavar suas roupas sujas ou pilotar um fogão, ou melhor, já que são pessoas ignorantes, vazias e sem cultura, procurem ler um bom livro, eu até recomendo um da Zibia Gasparetto “ Ninguém é de ninguém”, já li e gostei muito ou “Cem anos de solidão” de Gabriel Garcia Marquéz, este então vai parecer bem familiar a vidinha medíocre que vocês levam.
Meus caros amigos leitores, que adjetivos podemos dar a essas pessoas que ocupam seus tempos se metendo na vida alheia, falando mal dos outros, fazendo suposições ridículas, com acusações sem fundamentos, sem provas e sem nexo? De imbecis, desocupados, mal amados, ignorantes, sem cérebros?
Quem tem boca fala o que quer, pois bem, agora chegou a minha hora de falar o que quero e o que penso.
Tenho 31 anos, nasci em Guarulhos-SP, onde vivi até os 10 anos, depois fui morar na pequena cidade de Sátiro Dias no interior da Bahia, passei parte da minha infância e adolescência lá, aos 15 anos voltei a minha cidade natal, onde vivo até os dias de hoje. Minha mãe e toda sua família são Sátirodiense. Meu pai é de Minas Gerais, da pequena cidade de Barbacena, conheceu minha mãe em São Paulo, foram morar juntos. Tiveram dois filhos: Meu irmão e eu. Hoje ele mora com a minha mãe em Sátiro Dias e quase todo ano vou visita-los.
Atualmente moro em Guarulhos- SP vivo minha vida sossegada, mas, sempre na correria louca da cidade grande, sou casada há nove anos, não tenho filhos e nem sei se quero ter.
Quase todo ano viajo para Sátiro Dias- BA, para visitar meus pais, escolho sempre datas festivas, já que, a cidade é um tanto pacata, junto o útil com o agradável: ver meus pais e me divertir. Mas, as férias do meu excelentíssimo esposo não coincide com as minhas. Resultado: Viajo sozinha.
Então meus caros leitores concluam comigo: Uma mulher casada para muitos, bonita, inteligente e atraente, chegando a uma cidade pequena sem o marido, uma mulher criada na cidade grande com uma forma diferente de ver e viver a vida, com outra cultura, extrovertida, que faz amizade fácil, cativante, mente aberta, sem preconceitos e falsos moralismo. O que poderia causar aos tolos ignorantes? Respostas simples: Muito, blá, blá, blá, ti, ti, ti, disse me disse...
É lamentável ver a cidade de Sátiro Dias crescendo, se desenvolvendo e ainda existir algumas pessoas de mentes tão vazias e fechadas a ponto de se ocuparem com a vida alheia. Vejam bem, não é todos assim, graças ao meu bom Deus, lá existem pessoas muito inteligentes, intelectuais, pessoas que ocupam seus afazeres com coisas úteis e importantes. Falo apenas de pessoas que andam falando mal de mim. Estou me referindo a algumas exceções, pessoas medíocres, invejosas, mal amadas, ciumentas, imbecis, hipócritas, nojentas, cretinos, desocupadas que ficam de porta em porta ou debruçadas em suas janelas olhando quem sobe, quem desce, quem falou com quem, quem chegou e quem saiu e assim por diante.

No dia 25 de Janeiro viajei para Sátiro Dias, onde passei 15 dias. Dancei muito, me divertir muito, revi velhos amigos, fiz novas amizades respeitando meus limites e minha liberdade de viver a vida da melhor maneira sem causar danos a mim mesma e nem a ninguém a não ser na mente doentio de certas pessoas. Curtir meus pais, eu tomei cerveja com meus amigos e amigas, passeei com todos eles. Agora eu pergunto o que há de errado nisso?
Querem saber se fui paquerada? Sim fui, e muito por aqueles que não me conhecia. Hora, hora, lá ou em qualquer lugar eu estaria sujeito a isso, afinal de contas sou mulher e não ando com nenhuma plaquinha indicando que sou casada.
Querem saber se fui respeitada? Sim e demais, principalmente por aqueles que me conhece e sabem que sou uma mulher casada e que respeita os princípios básicos. Mas, na mente suja de algumas pessoas que lá residem eu fiquei mal vista e mal falada, até mesmo acusada por elas de estar me flertando com homens casados.
Eu tenho uma imagem a zelar e não é a minha, pois não moro na cidade e ninguém lá paga as minhas contas. Zelo à imagem dos meus pais que apesar de humildes me deram uma boa educação e conhecendo bem a língua desses “Zé povinho” jamais eu iria me sujeitar a sujar a imagem deles, mas como eu já citei aqui várias vezes a cidade também é povoada de gente mal amada, nojenta, desocupadas e invejosas que falam o que quer sem coerência e discernimento. Vou usar um vocabulário bem chinfrim a altura a altura dessas pessoas: Estou cagando um quilo para o que pensam ou falam de mim.
Em breve estarei de volta para ocupar suas mentes vazias com a minha presença. Falem bem, ou falem mal, mas fale de mim, isso só aumenta o meu IBOPE.
Ah! Meu esposo riu quando eu disse a ele como sou vista pelos ignorantes, afinal se muitos não me conhecem a ponto de terem um discernimento das coisas, ele me conhece e muito bem.
Aproveito este momento para agradecer aos meus amigos e amigas, parentes em geral, por me proporcionarem momentos inesquecíveis de alegria, felicidade, muita nostalgia e diversão, dizer que nos veremos em breve em Sátiro Dias ou até mesmo aqui em "Sampa". Sintam-se todos convidados e podem ficar todos tranquilos que em cidade grande é pequeno o numero de “Zé povinho” o pouco que tem aqui alguns são gatos pingados, que saíram daí e moram aqui, mas não são todos, pois conheço muita gente boa de Sátiro que ganha à vida aqui em São Paulo. Diz o ditado que, uma batata podre põe o resto a perder, mas não em Sátiro Dias, pois eu sei que lá mora muita gente boa e digna de se tirar o chapéu, pessoas de bem que não se deixam levar pela desocupação dos tolos imbecis.
Meu axé aqueles que me receberam e me recepcionaram muito bem e sem hipocrisia e para aqueles que ainda se ocupa em comentar a minha estadia em Sátiro Dias, digo apenas que, em quanto meus pais morarem na cidade ou não, vocês terão que me engolir e cuidado, para não morrer engasgados, pois não vivo em função de agradar ninguém a não ser a mim mesma, minha felicidade só depende de mim e eu vivo a cada momento intensamente como se fosse o ultimo. Enquanto vocês ocuparem seus preciosos tempos com a minha vida, falando de mim, ficaram estacionados vendo meu trem da alegria passar. Enquanto vocês pararem suas vidas medíocres medindo e comentando a minha reputação e comportamento eu continuarei levando a minha vida adiante ao meu modo e a minha maneira, buscando apenas ser feliz.
Eu não tenho nada a perder, não sou materialista, sou independente, livre, fiel aos meus sentimentos, temo só a Deus, se eu cair, levanto, sacudo a poeira e dou a volta por cima.
Não adianta ninguém tentar me prejudicar, pois caminho com minhas próprias pernas, não vivo de favores, nem aparências, não possuo cargos de confiança a ponto de baixar minha cabeça para os supostos poderosos e nem dependo de marido e nem um tipo de homem que supostamente poderia me fazer feliz. Felicidade só depende de mim e de mais ninguém. Independente de qualquer coisa que venha me acontecer meu lema é: Nunca é tarde para recomeçar.
Não me engano não me iludo com falsas promessas, sou muito vacinada contra pessoas mau caráter que acham que podem fazer os outros de palhaço com seus papo furado e chantagem emocional, não minto pra mim mesma. Sou muito determinada naquilo que quero, no que sonho e desejo. Algumas pessoas acha que pode colocar pedras e espinhos em meu caminho, mal sabe elas que podem estar os deixando livres. Cuidado! Quem não conhece muito bem a minha vida e minha historia, podem achar que podem atrapalhar, mas na verdade só vão estar me ajudando. Eu não tenho nada a perder e a vida tem me ensinado muito.

Prezo a liberdade de ir e vim, ando de cabeça erguida. Infelizmente causo mal estar em algumas pessoas, mas não posso fazer nada, goste de mim quem quiser. Tenho amigos fieis e o maior deles é Deus.
Não queiram me ter como inimiga, pois a vida pra mim é só alegria. Problemas todo mundo tem, mas não serão eles que vão me deter, nem me parar. Só a morte pode me vencer, mas até pra ela estou preparada, afinal dela ninguém escapa.
Existe um velho ditado que diz: “Se não pode com ele junte-se a ele”. Portanto, não vale apena perder o tempo medindo forças comigo é melhor juntar-se a mim.
Não vivo em função de brigar com ninguém, sou da paz, pois me armo sorrindo e me defendo amando. Como eu já disse e repito: Eu não tenho nada a perder, então não adianta perder tempo tentando me derrubar, nem me prejudicar, pois por mais que tentem, eu ganho forças e coragem para continuar levando a vida em frente com mais garra, força, determinação e sede de viver.
Criticas e provocações me causam cocegas. Ira, fúria e desdenho alheio me provoca excitação e adrenalina, sou até capaz de ter um orgasmo ao ver alguém espumando de raiva de mim. Sabe por quê? Por que busco na vida apenas prazeres. Pessoas fúteis, inseguras e invejosas são descartáveis e desprezíveis. Ver essas “pessoinhas” tendo convulsões por causa da minha presença só faz alimentar meu ego, meu alto estima, só mostram que sou tão boa a ponto de deixa-los transtornados e desesperados. Fazem-me sentir superior, não que eu me ache superior a ninguém, mas essas pessoas medíocres me deixam em alta, pois quando olho pra elas as vejo no chão, no desespero da amargura, sem amor próprio, me culpando por seus fracassos. Sabe por que me sinto em alta? Por que tenho amor próprio, diferente delas que vivem de ilusões, culpando o mundo e os outros por suas infelicidade e frustrações, a ponto de não conseguir enxergarem a si mesma e ver que são unicamente responsáveis, por suas dores, desencanto e fracassos causado por seus delírios insano.
Venham quentes de vinganças que eu estou fervendo de amor, alegria e sede de viver, cheia de vida e maturidade suficiente para encarar a vida sozinha ou acompanhada, cheia de amigos e gente querida. Sou mais eu e não será a língua do “Zé povinho” e nem das “Candinhas” que irão me deter.
Sintam-se livre para falar o que quiser de mim, para me julgar... Sinta-se livre para me odiar. Sinta-se livre, para fazer o que quiser, dizer o que quiser fazer o que der vontade, da mesma forma que sou livre para amar, me divertir, sonhar da maneira que eu achar melhor, pois na minha vida mando eu, eu sei o que é melhor pra mim, eu determino qual o caminho a seguir. Arranque seus cabelos, roam suas unhas, percam suas noites de sonos, ocupem seus tempos falando mal de mim, enquanto isso eu VIVO a minha VIDA, buscando prazeres e idealizações e assim só terei boas histórias pra contar.
Ocupo apenas a minha vida com meu trabalho, família, livros, cultura, lazer, emoções, amigos e aventura, já o “Zé povinho” apenas se ocupa com a minha vida ou em falar mal de mim. (risos).
Entre muitos livros que já li, um deles tinha uma determinada frase, no qual nunca esqueci e pra finalizar a deixo aqui aos “Zé povinho”, só não sei se eles vão entender a mensagem:

“Felicidade não é utopia, ela existe, não como prêmio, mas como conquista. Não é uma estação aonde chegamos e sim uma maneira de se viajar”.

Entendeu “seos Zé Mané”? Não? Já era de se esperar!

Ah! Só mais uma coisinha, no ultimo dia de festa, no bloco Band’água ao lado do trio elétrico ao som da Banda Voa Dois, que por sinal foi Maravilhoso, não me lembro de estar chovendo e muito menos de estar dançado com latinha de cerveja na mão ou qualquer outro tipo de bebida, então se alguém se sentiu toda molhada, a ponto de me acusar de ter jogado cerveja de proposito para provocar quem quer que seja, quero que saiba que não sou o tipo que baixo o nível para não ter que me igualar aos retardados, portando se se sentiram molhados foram por seus próprios venenos.

Ouvindo: Tocando em frente (Maria Bethânia)
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