Quem Sou?

Normalmente quando vamos descrever quem somos usamos Palavras e frases abstratas, que no fundo bem lá no fundo do nosso psíquico nada é concreto de fato e verdade.
Tentamos por muitas vezes passar uma imagem que a própria sociedade em que vivemos exige... Digamos que nos enganamos com nós mesmo, passamos acreditar que somos aquilo que na real situação nunca somos.
Quantas vezes em determinadas situações, no calor de uma discussão bradamos a frase “Eu me conheço.” Situações essas impetuosa, impensada e prepotente, onde nos colocamos em cima de um pedestal imaginário, onde só a nossa verdade prevalecia?
Com o tempo vamos envelhecendo e perdendo forças com passos lentos revendo motivos para toda essa empáfia sem proveito e ver esvair nosso corpo de tanto teimar.
Será que realmente nos conhecemos?
Quem sou eu?
Quem é você?
Eu te conheço?
Você me conhece?
Abstrato ou não... Para refletir deixo aqui um pequeno texto de um grande dramaturgo, poeta e romancista siciliano:
“Julga que se conhece, se não se construir de algum modo? E julga que eu posso conhecê-lo, se não o construir à minha maneira? E julga que me pode conhecer, se não me construir à sua maneira? Só podemos conhecer aquilo a que conseguimos dar forma. Mas que conhecimento pode ser esse? Não será essa forma a própria coisa? Sim, tanto para mim como para si; mas não da mesma maneira para mim e para si: isso é tão verdade que eu não me reconheço na forma que você me dá, nem você se reconhece na forma que eu lhe dou; e a mesma coisa não é igual para todos e mesmo para cada um de nós pode mudar constantemente. E, contudo, não há outra realidade fora desta, a não ser na forma momentânea que conseguimos dar a nós mesmos, aos outros e às coisas. A realidade que eu tenho para si está na forma que você me dá; mas é realidade para si, não é para mim. E, para mim mesmo, eu não tenho outra realidade senão na forma que consigo dar a mim próprio. Como? Construindo-me, precisamente”.
(Luigi Pirandello, in “Um, Ninguém e Cem Mil.”).
Sou Mislene Lopes Gonçalves, nascida dia 22 de outubro de 1979 na cidade de Guarulhos-SP. Filha de Sebastião Gonçalves e Gezilda Lopes de Souza.
Minha mãe é do interior da Bahia de uma pequena cidade chamada Sátiro Dias, onde morei dos 10 aos 15 anos de idade, Meu pai é de Minas Gerais, da pequena cidade de Barbacena, conheceu minha mãe em São Paulo, foram morar juntos. Tiveram dois filhos: Meu irmão e eu.
Tenho mais dois irmãos do primeiro casamento da minha mãe.
Atualmente moro na minha cidade natal.
Dai por diante sou as formas que me dou, e para  você talvez os rótulos que me dão!
Cabe a você tirar suas conclusões!
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Quem Sou?

Normalmente quando vamos descrever quem somos usamos Palavras e frases abstratas, que no fundo bem lá no fundo do nosso psíquico nada é concreto de fato e verdade.
Tentamos por muitas vezes passar uma imagem que a própria sociedade em que vivemos exige... Digamos que nos enganamos com nós mesmo, passamos acreditar que somos aquilo que na real situação nunca somos.
Quantas vezes em determinadas situações, no calor de uma discussão bradamos a frase “Eu me conheço.” Situações essas impetuosa, impensada e prepotente, onde nos colocamos em cima de um pedestal imaginário, onde só a nossa verdade prevalecia?
Com o tempo vamos envelhecendo e perdendo forças com passos lentos revendo motivos para toda essa empáfia sem proveito e ver esvair nosso corpo de tanto teimar.
Será que realmente nos conhecemos?
Quem sou eu?
Quem é você?
Eu te conheço?
Você me conhece?
Abstrato ou não... Para refletir deixo aqui um pequeno texto de um grande dramaturgo, poeta e romancista siciliano:
“Julga que se conhece, se não se construir de algum modo? E julga que eu posso conhecê-lo, se não o construir à minha maneira? E julga que me pode conhecer, se não me construir à sua maneira? Só podemos conhecer aquilo a que conseguimos dar forma. Mas que conhecimento pode ser esse? Não será essa forma a própria coisa? Sim, tanto para mim como para si; mas não da mesma maneira para mim e para si: isso é tão verdade que eu não me reconheço na forma que você me dá, nem você se reconhece na forma que eu lhe dou; e a mesma coisa não é igual para todos e mesmo para cada um de nós pode mudar constantemente. E, contudo, não há outra realidade fora desta, a não ser na forma momentânea que conseguimos dar a nós mesmos, aos outros e às coisas. A realidade que eu tenho para si está na forma que você me dá; mas é realidade para si, não é para mim. E, para mim mesmo, eu não tenho outra realidade senão na forma que consigo dar a mim próprio. Como? Construindo-me, precisamente”.
(Luigi Pirandello, in “Um, Ninguém e Cem Mil.”).
Sou Mislene Lopes Gonçalves, nascida dia 22 de outubro de 1979 na cidade de Guarulhos-SP. Filha de Sebastião Gonçalves e Gezilda Lopes de Souza.
Minha mãe é do interior da Bahia de uma pequena cidade chamada Sátiro Dias, onde morei dos 10 aos 15 anos de idade, Meu pai é de Minas Gerais, da pequena cidade de Barbacena, conheceu minha mãe em São Paulo, foram morar juntos. Tiveram dois filhos: Meu irmão e eu.
Tenho mais dois irmãos do primeiro casamento da minha mãe.
Atualmente moro na minha cidade natal.
Dai por diante sou as formas que me dou, e para  você talvez os rótulos que me dão!
Cabe a você tirar suas conclusões!
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