11 de abr de 2011

Resposta...

Eu me faço de palavras. Se eu exponho vontades sexuais, teatrais, cinematográficas, musicais e de liberdade, o problema é meu. E, sendo problema meu, cabe aos meus desejos compartilhar ou não com as pessoas. Sejam elas amores, amigos, amantes, inimigos ou invejosos. Porque de minhas rimas só eu sei medir. De minha eloquência só eu sei o melhor tom. De minha razoabilidade só eu sei passar com firma reconhecida.
As palavras são minhas e satisfeita fico se elas incomodam as pessoas. Satisfeita fico se elas tiram lágrimas de qualquer garotinho na fase de punheta ou garotas achando que vão morrer de amor. Feliz, fico se minhas palavras desafiam a todos, seja pela incompreensão, pela alegria ou pela inveja. Por quê? Porque se elas são motivos para mascarar o fracasso dos outros, consegui chegar ao meu objetivo. Objetivo de incomodar.
Não estou aqui para entreter, não estou aqui para animar a platéia, não estou aqui para pedir palmas. Estou aqui para desafiar. E desafio a todos a me provarem que estou errada. E, se me provarem, dou a garantia que tenho argumentos para ficar por cima novamente. Afinal, felicidade nasce comigo e comigo morrerá.
Não sou poeta, poetisa, escritora, musa, prostituta, porta bandeira, passista, infante, deusa, deus, Buda, diabo ou qualquer instituição que possa beirar a loucura. Sou Mislene Lopes, e se usam meu caráter para criar fantasias, agradeço. Agradeço por usar minha dignidade para criar a sua. Agradeço por vestir meu salto, mas aviso, na escada para meu quarto, quem sobe sou eu.
A propósito, quando escrevo, está no lugar de estar, é nada mais, nada menos que o meu sarcasmo querendo despertar o que mais gosto em mim. Gargalhadas.

PS; 
Quero agradecer a Fernanda Magalhães por autorizar esta publicação em meu blog.
Fiz das palavras dela, as minhas!!
 Texto do Blog Brisa Feliz

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11 de abr de 2011

Resposta...

Eu me faço de palavras. Se eu exponho vontades sexuais, teatrais, cinematográficas, musicais e de liberdade, o problema é meu. E, sendo problema meu, cabe aos meus desejos compartilhar ou não com as pessoas. Sejam elas amores, amigos, amantes, inimigos ou invejosos. Porque de minhas rimas só eu sei medir. De minha eloquência só eu sei o melhor tom. De minha razoabilidade só eu sei passar com firma reconhecida.
As palavras são minhas e satisfeita fico se elas incomodam as pessoas. Satisfeita fico se elas tiram lágrimas de qualquer garotinho na fase de punheta ou garotas achando que vão morrer de amor. Feliz, fico se minhas palavras desafiam a todos, seja pela incompreensão, pela alegria ou pela inveja. Por quê? Porque se elas são motivos para mascarar o fracasso dos outros, consegui chegar ao meu objetivo. Objetivo de incomodar.
Não estou aqui para entreter, não estou aqui para animar a platéia, não estou aqui para pedir palmas. Estou aqui para desafiar. E desafio a todos a me provarem que estou errada. E, se me provarem, dou a garantia que tenho argumentos para ficar por cima novamente. Afinal, felicidade nasce comigo e comigo morrerá.
Não sou poeta, poetisa, escritora, musa, prostituta, porta bandeira, passista, infante, deusa, deus, Buda, diabo ou qualquer instituição que possa beirar a loucura. Sou Mislene Lopes, e se usam meu caráter para criar fantasias, agradeço. Agradeço por usar minha dignidade para criar a sua. Agradeço por vestir meu salto, mas aviso, na escada para meu quarto, quem sobe sou eu.
A propósito, quando escrevo, está no lugar de estar, é nada mais, nada menos que o meu sarcasmo querendo despertar o que mais gosto em mim. Gargalhadas.

PS; 
Quero agradecer a Fernanda Magalhães por autorizar esta publicação em meu blog.
Fiz das palavras dela, as minhas!!
 Texto do Blog Brisa Feliz

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