7 de jun de 2010

Éramos um só...



“Dois... Apenas dois. Dois seres... Dois objetos patéticos.
Cursos paralelos
Frente a frente... Sempre... A se olharem...
Pensar talvez:
 “Paralelos que se encontram no infinito...”
No entanto sós por enquanto.
 Eternamente dois apenas.
(Pablo Neruda)



Tem dias que você sente uma vontade imensa de se embriagar
Sabe aqueles dias que você acha que nada está perfeito?
Sabe aquele vazio por falta de algo ou de alguém? De sentimento, de se dar... sei lá?
Sabe aquele dia que você diz: “Falei merda”? Aquele dia do desequilíbrio emocional onde parece que nada está dando certo e os astros conspiram contra você?
Que dia é hoje? É um dia daqueles. Desses que nada está perfeito, onde falamos merda, onde há falta de algo ou alguém e que sentimos vontades de se embriagar...
Uma poesia, uma linda canção, uma frase de amor, um bom livro tentam decepar a monotonia e consolar os dias de amargura, mas você anda tão a flor da pele que essas alternativas só lhe faz chorar.
Que dificuldade de se encontrar... Seria tudo tão simples “chutar o pau da barraca”. Mas o que fazer com os sentimentos alheios? O que fazer se nossas decisões podem ferir ou machucar alguém?
Vivemos constantemente preocupados em valorizar os sentimentos dos outros, me diz o que fazer com os nossos relacionados a eles e o deles relacionados aos nossos quando nada vai bem?
Uma decisão precisa ser tomada, decisão essa que pode ferir, mas mesmo assim é preciso fazer caso contrario você verá sua vida se definhando. E se isso for apenas uma crise ou uma fase ruim, mas que logo vai passar? A resposta estará no resultado de nossas ações e nossas atitudes diante os conflitos. Talvez seja isso que tanto nos preocupa: O resultado. Por que no fundo nunca sabemos quem vai se machucar e se sabemos tememos, por que o que realmente queremos é que tudo acabe bem sem dores e sofrimentos para ambos.
Nossas duvidas prolongam nossos dias de sofrimentos, a incerteza e insegurança nos impedem de novas chances, chances essas de nos libertar desta melancolia que nos envolve quando nos vemos presos em nossas duvidas.
 Por que às vezes é tão difícil tomar uma decisão? Não é fácil ou será fácil aos corajosos? Somos covardes?Cada um com sua cruz! Há momentos na vida que, até nos permitimos sentir a brisa da liberdade tocar em nosso rosto é como se nós mesmo derrubássemos a cruz no chão ou com todo seu peso chagássemos ao fim da jornada, mas o problema é que depois voltamos a ser escravos dos sentimentos que nos são oferecidos e aos nossos em que determinados momento eram bons.
É melancólico, não conseguir olhar pra nós mesmo sem antes olhar aquele que por desventura ou porventura nos ama ou amamos... Ou não amamos mais.
É importante tomar a decisão certa sem ter que se arrepender de nada, como já dizia o Poeta italiano Giacomo Leopardi: “É possível repousar sobre qualquer dor de qualquer desventura, menos sobre o arrependimento. No arrependimento não há descanso nem paz, e por isso é a maior ou a mais amarga de todas as desgraças.”


P.S:

Estou farta desta melancolia.
Isso vai passar... Espero que passe, que seja apenas um dia daqueles e nada mais...
Só de pensar que éramos um só...
Hoje somos dois...

Ouvindo Frejat  "Nada além":


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7 de jun de 2010

Éramos um só...



“Dois... Apenas dois. Dois seres... Dois objetos patéticos.
Cursos paralelos
Frente a frente... Sempre... A se olharem...
Pensar talvez:
 “Paralelos que se encontram no infinito...”
No entanto sós por enquanto.
 Eternamente dois apenas.
(Pablo Neruda)



Tem dias que você sente uma vontade imensa de se embriagar
Sabe aqueles dias que você acha que nada está perfeito?
Sabe aquele vazio por falta de algo ou de alguém? De sentimento, de se dar... sei lá?
Sabe aquele dia que você diz: “Falei merda”? Aquele dia do desequilíbrio emocional onde parece que nada está dando certo e os astros conspiram contra você?
Que dia é hoje? É um dia daqueles. Desses que nada está perfeito, onde falamos merda, onde há falta de algo ou alguém e que sentimos vontades de se embriagar...
Uma poesia, uma linda canção, uma frase de amor, um bom livro tentam decepar a monotonia e consolar os dias de amargura, mas você anda tão a flor da pele que essas alternativas só lhe faz chorar.
Que dificuldade de se encontrar... Seria tudo tão simples “chutar o pau da barraca”. Mas o que fazer com os sentimentos alheios? O que fazer se nossas decisões podem ferir ou machucar alguém?
Vivemos constantemente preocupados em valorizar os sentimentos dos outros, me diz o que fazer com os nossos relacionados a eles e o deles relacionados aos nossos quando nada vai bem?
Uma decisão precisa ser tomada, decisão essa que pode ferir, mas mesmo assim é preciso fazer caso contrario você verá sua vida se definhando. E se isso for apenas uma crise ou uma fase ruim, mas que logo vai passar? A resposta estará no resultado de nossas ações e nossas atitudes diante os conflitos. Talvez seja isso que tanto nos preocupa: O resultado. Por que no fundo nunca sabemos quem vai se machucar e se sabemos tememos, por que o que realmente queremos é que tudo acabe bem sem dores e sofrimentos para ambos.
Nossas duvidas prolongam nossos dias de sofrimentos, a incerteza e insegurança nos impedem de novas chances, chances essas de nos libertar desta melancolia que nos envolve quando nos vemos presos em nossas duvidas.
 Por que às vezes é tão difícil tomar uma decisão? Não é fácil ou será fácil aos corajosos? Somos covardes?Cada um com sua cruz! Há momentos na vida que, até nos permitimos sentir a brisa da liberdade tocar em nosso rosto é como se nós mesmo derrubássemos a cruz no chão ou com todo seu peso chagássemos ao fim da jornada, mas o problema é que depois voltamos a ser escravos dos sentimentos que nos são oferecidos e aos nossos em que determinados momento eram bons.
É melancólico, não conseguir olhar pra nós mesmo sem antes olhar aquele que por desventura ou porventura nos ama ou amamos... Ou não amamos mais.
É importante tomar a decisão certa sem ter que se arrepender de nada, como já dizia o Poeta italiano Giacomo Leopardi: “É possível repousar sobre qualquer dor de qualquer desventura, menos sobre o arrependimento. No arrependimento não há descanso nem paz, e por isso é a maior ou a mais amarga de todas as desgraças.”


P.S:

Estou farta desta melancolia.
Isso vai passar... Espero que passe, que seja apenas um dia daqueles e nada mais...
Só de pensar que éramos um só...
Hoje somos dois...

Ouvindo Frejat  "Nada além":


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